Chegando ao Rio na segunda à tarde, pegamos um busão e voltamos para casa.
Vamos de metrô até a Tijuca e sigo para casa, quando surge, no meio do caminho, a pergunta... "Estou de férias e estou indo para casa por quê?" Vamos ao cinema! Maldita idéia de ver a decadência do Fim dos Tempos! (O pior filme do Shyamalan que eu assisti) mas, deixando as críticas cineastas de lado, vamos para casa descansar.
Fazendo de tudo possível para não ficar em casa, ligo para o meu amigo professor Wilton, para tomar uma brejas e botar o papo em dia. Seja bem-vindo ao time dos casados, mano (ops... cara :) ).
Chegando em casa vamos descansar, porque ninguém é de ferro!
Terça-feira: vamos passear, literalmente, vendo o bairro depois de quase 3 anos, não houve muitas mudanças... só os bares, que brotam de casas antigas e terrenos abandonados.
Quarta, dia dos avós, vamos rumo a Marica, a terra das redes impossíveis mas, antes, um almoço com o um "framenguista" que cisma que está por cima da carne seca, só porque seu time está na liderança de um campeonato de 30 rodadas. Deixa a Libertadores acabar que vamos conversar mais. Pegando um busão do Centro do Rio ao Centro de Maricá, vou quase de taxi, parando só 2 vezes. Chegando lá, me deparo com o que eu ganharia almoços e muitas risadas diante do paradigma tecnológico que o sistema de banda larga da região dos lagos tem.
Chegando na casa da vovó e vovô, como se eu não já estivesse com a barriga que minha filha dorme em cima, minha avó querendo me engordar de qualquer jeito, com vitaminas, sucos, sorvetes e um açaizinho com banana, como lanche da tarde. Vó é assim mesmo!
Sentado num cadeirão, assistindo ao jogo da Eurocopa com o vovô, nem se nota que ele teve um AVC há menos de 4 meses. Com muita saúde e uma agenda de remédios, o vozão vai levando a vida que dá, com sua idade avançada e cheio de saúde.
Numa manhã de quinta ensolarada vamos, a pé, conhecer o centro de Maricá. Como as coisas cresceram, tem até Bob’s e Casa do Pão de Queijo!
As lojas em que eu comprava pipas e peões de corda, deram lugar à Ricardo Eletro e um aviário.
Chegando em casa para o almoço e já me aprontando para partir, almoço de neto: Arroz, feijão, bife e batatas fritas. Bom demais, hein?!
Voltando para o Rio, ligo para o amigo Caique, dito o Furão, e vamos estrear, pela 2ª vez, seu carrinho novo C4 Pallas (chique hein!).
Voltando para o Rio vamos descansar, que ninguém é de ferro!
Sexta, dia da família (para homens casados) e vamos ver a casa da minha irmã. Que casarão!
Mana, parabéns pelo empenho, pena não poder lhe ajudar, mas como os portugueses dizem: Força!
Na volta para casa, a triste história do Detran, mas fazer o quê? Órgão corrupto é assim mesmo!
Jantar no Meu Cantão e somos assaltados quando a conta chega. Nem numa churrascaria em São Paulo pagamos o que pagamos para comer 2 pratos de carne. Lamentável!
Sábado de manhã, o vôo de volta e conheço o "novo" e maquiado saguão novo do Santos Dumont. Que coisa, acham que enganam com tantos vidros bonitos e orçamento estratosférico.
Chegando em Sampa e segurando as lágrimas para não chorar de saudade da família, chego em casa e dou um beijão na filhota e esposa que me esperaram com tanta compreensão depois de 6 anos sem essas férias.
Conclusão: Dever cumprido, agora é só dormir à espera do dia 8 de julho.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Enfim as merecidas férias - Parte Final
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